Universidades Corporativas e Transformação Digital (PARTE I)

Antonio Rubio Universidades Corporativas Repsol

Antonio Rubio, diretor de P+D+i da Overlap, durante sua palestra “Escolas Corporativas, primeiro passo para a Universidade Corporativa”.

 

Pelo segundo ano consecutivo, celebramos no Centro Superior da Repsol a Jornada das Universidades Corporativas (UUCC), dedicada nesta edição a Transformação digital e conjuntamente organizada pela Repsol, Overlap, UOC e Châteauform.

Por parte da Repsol os anfitriões foram Ernesto Barrios, Gerente do escritório de aprendizagem, e María Jesús Blasco, Diretora de aprendizagem, quem chamou de “processo imparável” a criação de Universidades Corporativas – mais de 4.000 implantadas em todo o mundo – E observou que as UUCC estão atuando como catalizador da Transformação Digital das organizações.

Steve Foreman, Presidente da InfoMedia Designs e especialista em Formação, internacionalmente reconhecido, iniciou com a apresentação do tema “Ecossistemas de aprendizagem e performance”. Entre as últimas tendências no setor de aprendizagem em EEUU, Foreman falou sobre o recente surgimento de dois novos perfis de consultores: Os consultores de desempenho e consultores arquitetos de tecnologias.

Escolas Comerciais e Gestão do Conhecimento.

Sob o título “Escolas Corporativas, primeiro passo para Universidade Corporativa”, Antonio Rubio, Diretor de P+D+i da Overlap disse em sua apresentação que para construir uma universidade Corporativa precisa-se de pelo menos três escolas corporativas previas. Ele também assegurou que tanto as UUCC como as Escolas de Ecossistemas Corporativos estão evoluindo para aprendizagem e desempenho, que ele definiu como ambientes que conectam as pessoas, fornecem conteúdos, processos e tecnologias orientados para melhorar a produtividade.

Toni Ramos, Consultor da UOC, dedicou sua fala a “Formação para enfrentar novos desafios”, salientando a importância do investimento na formação para ganhar a batalha da mudança. Nunca como agora havia sido tão importante “aprender a aprender”, disse Ramos. Em sua opinião, a velocidade das mudanças exige que sejam as organizações quem assumam a formação dos empregados de forma permanente, que desenhem itinerários de aprendizagem a partir das competências  dos diferentes perfis profissionais e que melhorem a gestão de talentos.

Não perca a segunda parte que publicaremos deste resumo…

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